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QUIZ CSP - DISSECÇÃO RETRÓGADA DA AORTA ASCENDENTE E TRATAMENTO DO ARCO AÓRTICO

Leia a questão acima e tente responder. Abaixo, teremos um vídeo aprofundando os conceitos das alternativas e o gabarito comentado completo!
Leia a questão acima e tente responder. Abaixo, teremos um vídeo aprofundando os conceitos das alternativas e o gabarito comentado completo!
Aqui você poderá assistir a discussão da questão, no padrão didático QUIZ CSP/BIZU CCV.

RESPOSTA: LETRA C

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Os objetivos do tratamento precoce da Dissecção da aorta incluem o controle da dor e a limitação da extensão da dissecção. Essa abordagem geralmente envolve a utilização de terapia anti-impulso, frequentemente por meio da administração de betabloqueadores e controle da pressão arterial. No entanto, quando se trata da Dissecção do Tipo A de Stanford (AORTA ASCENDENTE DANIFICADA), que, neste caso, resultou de uma complicação do Tratamento Endovascular da Aorta Torácica (TEVAR), o tratamento clínico deve ser imediatamente acompanhado de cirurgia de emergência (Dissecção tipo A = Ao Bloco cirúrgico). Não há sentido, considerando a viabilidade da cirurgia, em repetir novas imagens em 24 horas. Portanto, a assertiva A está incorreta.



Em relação à melhor estratégia cirúrgica, se a dissecção for do tipo B (Aorta Descendente) e ocorrer uma dissecção retrógada, isso pode indicar que o rasgo se projetou para o arco aórtico, e a lâmina de dissecção progrediu de maneira retrógada em direção a aorta ascendente (tipo A). Quando o arco aórtico e aorta ascendente estão comprometidos (com rasgo), teoricamente, eles devem ser ressecados. Com relação ao arco, o grau de ressecção dependerá do quão comprometido ele  se encontra (dilatação vs. localização do rasgo). Se houver dilatação significativa (>5.5 cm) ou rasgo extenso, a técnica de arco total é preferível. Como se trata de uma dissecção retrógada (talvez partindo logo após a subclávia esquerda, segundo local mais comum de rasgo) talvez o autor da questão queira deixar claro que o arco está totalmente comprometido, exigindo a troca do arco total. O hemiarco é indicado quando não há rasgo (apenas as lâminas de dissecção) ou se a doença aneurismática da aorta se estende até o nível da artéria inominada ou mais para o arco proximal, mas não necessariamente envolvendo todo o arco (informação da diretriz de 2022). Dessa forma, a alternativa mais plausível é a B.



Em relação ao tratamento endovascular e híbrido, a endoprótese proximal cobrindo a área de dissecção não trata adequadamente o arco aórtico (que, como mencionado, pode estar comprometido). A revascularização extra-anatômica do arco (debranching) e endoprótese SEM TROCAR A ASCENDENTE DISSECADA (ZONA 0 DA AORTA) não parece ser a melhor estratégia, tendo em vista que deve-se ter uma zona de ancoragem proximal  adequada para realização do tratamento endovascular.



 
 
 

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